View Full Version: 2º Campeonato de Fics!

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Title: 2º Campeonato de Fics!
Description: Postem suas fic's aqui =]


GM Bigorna - March 1, 2007 05:20 PM (GMT)
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Tema: Fic sobre fantasmas/assombraçoes
Gênero: terror.
Data de entrega: A partir do dia 01/03/07 até o dia 07/03/07
Obs: Vale contar historias que jah existem, pois cada regiao do mundo tem sua versao de uma mesma historia, contanto que nao copie de sites (a historia pode ser a mesma mas voce tem que escrever ela). A fic eh apenas sobre fantasmas... vampiros, lobisomens, etc nao conta... apenas fantasmas/assombraçoes (a loira do banheiro, a mulher de branco da estrada, casas assombradas).


POSTEM AQUI AS FIC'S CABEÇÕES!! BOA SORTE PARA TODOS! MWAHAHAAHAHAHAHAHA!

GM Bigorna - March 1, 2007 05:47 PM (GMT)
Fic do leonheart =]

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O Fantasma do Baya Malay


Esse é o ducado de Caíja, cercado ao sul e a oeste pelas frias montanhas de Baya Malay, a norte e leste pela floresta de carvalho, no presente momento coberta pela neve recente de inverno. Há apenas uma estrada numa garganta entre as montanhas ligando a cidadezinha com o exterior. Numa choupana, na periferia do lugarejo, um casal conversa em volta da fogueira, a mulher está grávida e se chama Gris, é vista debruçada sob uma escrivaninha, o homem, Glauco,.encontra-se no celeiro, tirando os grãos da colheita que servirão para a próxima plantação primaveral. Exausto, Glauco entra novamente em casa e sente uma confortável queda de temperatura.

- Terminei. - Diz Gris.
- Terminou o quê querida? - Pergunta Glauco.
- Os manuscritos que estava passando a limpo, o velho Ciano me encomendou esse trabalho a um mês, finalmente terminei, ele me pagará 100 mil berries por isso.
- Esplêndido! Teremos dinheiro para terminar de construir o quarto do bebê!
- Receio que não meu marido, o velho monge só passará aqui em três meses, você sabe, o monastério em que ele vive é muito longe, não pode vir aqui com tanta freqüência.
- Mas querida, o médico disse que o bebê virá em um mês, não teremos onde colocá-lo!
- Poderá dormir com a gente...
- Sem chance, onde estão esses escritos, vou levá-los ao velho.
- Na montanha?
- Sim, vou subir a montanha até o monastério, é um dia de caminhada, mas eu consigo. Assim teremos o dinheiro para terminar o quarto e o berço pro neném.
- Oh querido...

E assim Glauco parte para a montanha Baya Malay, mal sabe o pobre fazendeiro o destino que o aguarda.
Parece uma ótima ocasião para a partida, mas logo que o caminho se torna longo demais para retornar, uma forte nevasca debruça-se ao longo do trajeto. A neve cobre ervas, arbustos e musgos, últimos resquícios da tundra que houvera, mas mais do que isso, Glauco não consegue enxergar seu caminho. Pensa na comida, a marmita só daria para um dia, então decide continuar andando mesmo que às cegas. Está sozinho num lugar inóspito, e se acha perdido, continua andando por um longo tempo até desmaiar tremendo de frio e exausto. Quando acorda, seus membros estão congelados e suas mandíbulas doem de tão faminto que está. A comida estocada já tinha sido consumida num dia anterior, Glauco não pode precisar a quanto tempo atrás. Ele tenta andar com todas as forças, sabe que ficar parado piorará tanto o frio como a fome, vai cambaleando delirante por alguns metros, quando avista uma toca cavada no solo, entra por ela se arrastando, pois a entrada era estreita, dentro estava tudo escuro e não dava para ver muito bem. Glauco descobre o que pareciam ser marmotas naquela entrada, come as criaturinhas de modo visceral, morreria de fome se não o fizesse, naquele momento era um animal, ou um homem, reduzido ao tempo das cavernas.
Depois do que Glauco pensa ser um dia, ele consegue chegar à estrada, sua pele está rasgada com o frio e ele sofre com hipotermia profunda, desmaia novamente, no meio da estrada e beirando a morte. Acorda ainda tremendo, mas não apenas por seu estado, está em movimento numa carruagem, dormira no coche. Ao seu lado está o nobre Duque de Caíja, eles se conheciam, Glauco já havia trabalhado para ele.

- Então, acordou Glauco? Pergunta o Duque retoricamente.
- Senhor, você me salvou! Diz Glauco, beijando a mão adornada de anéis do nobre.
- O que queria que fizesse? Mas agora... Você precisa de tratamento.
- O... Onde me encontrou?
- Você estava na estrada, muito distante de meu ducado, o que há com você? Estava tentando se matar?
- Me leve para casa, por favor, senhor.
- Não.
- Não? Diz Glauco desesperado.
- AAAAAAAARRRRRRRRRRRRRRRRRRGHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Nesse momento ouve-se um grito gutural vindo das montanhas, algo hediondo que vivia ali, a que Glauco dá graças por não estar mais no gelo.

- O que foi isso? Fala Glauco novamente, não concebendo que o dono daquele grito pudesse existir.
- Aff! Na certa algum bicho, você está perturbado mentalmente também, precisa de tratamento urgente, vou levá-lo ao monastério, estamos próximos, o velho Ciano cuidará de você.
- Ah, ótimo! Faça isso! Diz Glauco, lembrando-se da missão de entregar o manuscrito, dorme pouco tempo depois.

Recobra a consciência já num leito do monastério, coberto por uma manta grossa, uma compressa embebida em água quente na testa e um termômetro na boca. O tão falado velho Ciano olhava fixamente para ele. Era um homem velho e careca, usava batina

- Oh meu filho, que destino horrível para alguém que resolve dar uma caminhada. Diz o monge Ciano num tom de idoso.
- Você é o velho Ciano? Diz Glauco apreensivo.
- Velho? Quem disse que sou velho? Hahahahaha...
- Sou Glauco, esposo de Gris. Estava vindo até a montanha, vinha entregá-lo uns manuscritos mandados por ela.
- Tão cedo e já terminou? Que garota caprichosa não? Sinto muito por ser a causa desse seu sofrimento, mesmo que sem intenção. Como está o bebê?
- Ainda não nasceu.
- Ah, disso eu sei, mas... - Um sino badala no pátio e ressoa por toda a construção.
- Está na hora de nossa oração, durma mais um pouco sim. - Diz o monge.

O velho sai e deixa Glauco sozinho no que agora nota, pequeno quarto, nele além da cama havia uma pequena escrivaninha e um espelho, oposto à janela que ficava do lado da cama. Glauco observa seu reflexo, queria ver o quão ruim sua saúde aparentava, olha bastante achando ter alguma coisa estranha na imagem do espelho, não sabe dizer ao certo o que é, mas lhe dá calafrios. É quando percebe que há olhos, olhos vermelhos e sedentos, aparecendo no reflexo, mas que estavam atrás dele, no canto da janela. Fica paralisado, o mal estar transforma-se em medo É uma criatura horrenda, a mandíbula deslocada para trás e destacando a arcada de cima, pelos crescem por todo o corpo e tem uma expressão de ódio no olhos. A aberração não para de olhá-lo, Glauco também não consegue se mover nem desviar a vista. Toma coragem e vira rapidamente a cabeça para trás, está pronto para a morte, espera que o monstro pule em cima dele ou algo assim, mas quando se vira, não há mais nada.
Ao perder aquela coisa de vista, Glauco corre de perto da janela. Abre a porta do quarto e depara-se com uma longa escada em espiral, só há caminho para baixo. Ele desce correndo e chega num corredor com muitos quartos, todo o lugar é cheio de penumbras, o corredor amedronta por mostrar apenas a escuridão, em vez do que há no final. A passos largos pelo corredor, chega num templo onde muitos monges rezavam ajoelhados. Velas com fogo relativamente alto projetam gigantes de sombra na parede. Ciano se revela entre os homens religiosos e anda até Glauco.

- O que está fazendo aqui? Mandei descansar! - Diz o monge, num tom irado.
- Desculpe, havia... Algo em minha janela - Responde Glauco, constrangido.
- Como o quê? Traças?
- Maior! Olhos... Vermelhos, e dentes pra fora!
- Ah meu deus! - Ciano parecia assustado. - Venha comigo!

O velho puxa Glauco pelo pulso até uma pequena estante de livros, longe dos oradores. Retira um grande livro e começa a folheá-lo, a procura de algo.

- Assim? - Mostra a pintura de uma besta, tal qual a visão no espelho.
- SIM, ERA ASSIM! - Grita o fazendeiro, aflito.
- Cale a boca, não grite! Está num lugar sagrado!
- O que é esse monstro? - Diz, acalmando-se.
- É o Rubro, uma entidade das montanhas. Nem boa nem má, selvagem, apenas isso.
- E como nos livramos dele?
- Livrar? Hahahaha, você não se livra de um Rubro, no máximo ele se livra de você.
- Gulp. - Engole seco. - Não gosto desse lugar, vou embora ao amanhecer. Antes que o inverno se aprofunde mais.

Glauco, recuperado e com seus 100.000 berries, se põe novamente na estrada. Vai descendo a montanha, dessa vez não erra o caminho, aprendera sua lição. Era dia, com a luz do sol, pensava ele, nem o Rubro podia amedrontá-lo. Ele estava chegando, isso era bom, já podia ver as luzes do ducado acesas, mas por outro lado, a noite começa a chegar. A lembrança do encontro de ontem com a criatura o persegue, e à medida que a noite avança, fica mais constante. Apressa o passo, não entende por que, mas o medo gradativamente toma conta dele. Seu coração salta quando pensa ver algo entre os rochedos. Continua seu caminho, vê de novo um vulto, e dessa vez inconfundivelmente: um Rubro! Corre desesperadamente em direção a cidade, e logo consegue enxergar sua casa.

- AAAAAAAAAAARRRRRRRRGGHHHHHHH!

- Glauco ouve novamente o berro gutural que soara quando estava na carruagem do duque, mas dessa vez vinha de sua casa, agora tem quase certeza que um Rubro era o dono da voz, continua correndo, então pensa: "MINHA ESPOSA ESTÁ LÁ!"

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAH!

- Como se adivinhasse, ouve o grito delicado da esposa, lágrimas escorrem pela face de Glauco que corre desesperadamente em socorro da amada. Ele entra em casa e chega até Gris, ela está sangrando no chão, há uma ferida grande na barriga, ele a abraça forte. Olhando em volta Glauco percebe a janela batendo repetidamente contra a parede, isso por que no momento ventava muito. A janela não costuma ficar aberta, a criatura certamente tinha fugido por ali. Sua esposa continua sangrando, tinha olhos úmidos e arregalados como quem vira a morte de perto. Glauco se apieda e olha para ela incapaz de fazer alguma coisa.

- ELE DISSE... AQUELA COISA DISSE... QUE IA LEVAR NOSSO FILHO... EM LUGAR DO SEU QUE FORA DEVORADO!!! - Diz Gris, chorando e gritando de dor.

FIM


Off:"Os filhotes do Rubro (que Glauco confundiu com marmotas) estavam abandonados por quê o pai (ou mãe) deles (O Rubro) já estava morto. Quando o Rubro tira o feto do ventre da mãe, o faz como alma penada, o que torna essa história uma história de fantasma, e não de monstro como muitos podem pensar xDDDDDD."

Lloyd-kun - March 1, 2007 06:11 PM (GMT)
Saga – Baroque Works VS. Bigorna Works: qual é pior? Não importa... sairemos perdendo...
Livro – 2 (Como tudo continuou)
Capítulo – II/V (A Maldição)
Escrito por – Lloyd-kun
Agradecimentos a – BigornaMan, a bigorna mágica

QUOTE
Mr. -0-: Você acha que vai demorar muito?

Mr. -2-: Por que você não faz outra coisa enquanto espera, fora me irritar? ¬¬

Mr. -0-: Porque eu...

Nisso, o telefone toca. Mas, ao invés do tradicional “sino”, ele fala o seu número: 666DEVIL.

Mr. -0-: Aaaaaaaaaaaaaa!! Coisa do diabo! Esconjura, esconjura!!

Mr. -2-: ... alô?

Eddie: Alô? É da maléfica e terrífica organization of the hell para controlar a C-Box, depois uma parte do fórum, depois a STAFF e seu castelo, depois o fórum, depois a Invision Free, depois a Internet, depois a Microsoft, depois o mundo?

Mr. -2-: Sim, pois não?

Eddie: EU QUERO ENTRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR!!! XD

Mr. -2-: Que número?

Eddie: Acuma?

Mr. -2-: Fale um número par.

Eddie: Er... 4?

Mr. -2-: Bem vindo, Mr. -4-. Em breve você estará recebendo via bigornacóptero uma mensagem falando seu próximo passo.

Mr. -4-: Beleza, mas que diabos é um...

Telefone é desligado na cara de Eddie.

Mr. -4-: ... bigornacóptero?....

Mr. -0-: Quem era?

Mr. -2-: Um figura que quis ser o Mr. -4-.

Mr. -0- já estava distraído antes de ouvir a resposta, fazendo bolinhas de origami, amassando papel.

Mr. -2-: ...

O telefone toca novamente, e fica falando mais e mais o próprio número.

Mr. -0-: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! MALDIÇÃO DO TELEFONE!! MALDIÇÃO DO TELEFONE!!! CORRAM PARA AS PLANÍCIES!!!

Mr. -0- tropeça na tomada do telefone e cai no chão, puxando-o para cima dele. O telefone se enrosca em sua orelha, e ele volta a correr.

Mr. -0-: O TELEFONE QUER COMER MINHA ORELHA!!! ESQUEÇAM AS PLANÍCIES!! CORRAM PARA AS MONTANHAS!!!

Novamente, o atrapalhado tropeça num dos origamis que havia feito, dando uma pirueta e caindo de nariz no chão. O telefone cai em sua frente, e repete, mais uma vez, o seu número.

Telefone: 666DEvil... *POF*

Mr. -0-: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! ESQUEÇAM AS MONTANHAS!!! VOLTEM PARA AS PLANÍCIES!!!

Bigorna leva um safanão, e desacorda.

Mr. -2-: Pára de berrar ¬¬’

Quando Mr. -0- acorda, ele estava deitado poltrona reclinável feita de couro inglês, com massageador e suporte para bacia de pipoca, confortavelmente LONGE do telefone.

Mr. -0-: Quem sou...? O que quero...? Que dia é hoje...? Quanto acabou o jogo de ontem?

Mr. -2-: Voltou a si... e ainda mais inútil que antes ¬¬

Mr. -0-: O que houve?

Mr. -2-: O telefone...

Mr. -0-: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!! TELEFONE!!! VOLTEM MAIS UMA VEZ PARA AS MONTANHAAAAAAAAAAAAAAS!!!

Mr. -2-: ... deu curto cicuito...

Mr. -0-: Anhá?

Mr. -2-: Vou simplificar... você o quebrou...

Mr. -0-: O Bem venceu o Mal!! :D

Mr. -2-: ... mas por isso não recebemos mais telefonemas...

Mr. -0-: Por que? Oo

Mr. -2-: ¬¬’ Vai lá fora, estão te esperando...

Mr. -0-: Sério?

Mr. -2-: É...

Mr. -0-: SUPIMPA!!! Sempre soube que Papai Noel me visitaria junto com seus duentes algum dia XD

Mr. -2-: Duentes? Não seria duendes?...

Mr. -0- e Mr. -2- seguem para fora do bigornatório, e vêem uma multidão de pessoas.

Mr. -2-: Vamos listar...

QUOTE
Mr. -0- -> BigornaMan
Mr. -2- -> Lloyd-kun
Mr. -4- -> Eddie
Mr. -6- -> GM Ichigo
Mr. -8- -> Kira
Mr. -10- -> Blade Necromer
Mr. -12- -> Lothos
Mr. -14- -> Dark Drake
Mr. -18- -> Zeri
Mr. -22- -> Tedio00
Mr. -70- -> Shukin
Mr. -96- -> Reno
Mr. -100- -> Godines
Mr. -666- -> MasterSword


God of Metal Kaitou Sem Pai Nem Gif: E eu?! Você me esqueceu e...

Miyo: Estamos lascados T_T

God of Metal... Nem Gif: Fica quieto...

Mr. -2-: Er... o que vocês estão fazendo aqui? Oo

Miyo: Trazemos mensagens do Menino-Sco: “O pão de queijo está pronto?”, “Quando você vai comprar mais pão de queijo?” e “Pão de queijo, de presunto, é bom?”.

God... Gif: ...

Mr. -2-: Quando encontrar ele, fala isso: “Mensagem do Lloyd-kun para Menino-Sco: ‘Zifudeu, práibói!’”

Miyo: Sir, yes, Sir.

God Gif: E o que fazemos agora?

Mr. -2-: Por que não entram para a Bigorna Works?

Miyo: Ganhamos algo com isso?

Mr. -0-: BMW Móvil!

God Gif: Não sei o que é, mas ao menos ganhamos algo ^^ Estou dentro.

Miyo: Não sei...

Todos olham bravos para Miyo.

Miyo: Lascou T_T Estou dentro Oo’

Mr. -2-: Ótemo. Então, vocês serão nossos agentes especiais. Miyo, você será o Mr. –Lasca-. God of Metal-você-sabe-o-resto, você será o Mr. –GIF-.

Mr. –GIF-: Mr. –GIF-? ¬¬

Mr. –Lasca-: Gostei ^^

Mr. –GIF-: ... olha o seu, depois vem falar do meu ¬¬

Mr. –Lasca-: Lascou T_T

Mr. -0-: Silêncio, todos vocês! Eu irei falar!

Todos olham para Mr. -0-. Este, esticando o braço, começa a apontar para todos.

Mr. -0-: Vocês, toooooooooodos vocês! São nossos prisioneiros!!

Mr. -2-: Fica quieto... por que você não vai fazer origami novamente? ¬¬

Mr. -0-: Acabou o papel...

Mr. -2- entrega a lista dos nomes para Mr. -0-.

Mr. -2-: Usa isto e fica quieto...

Quando Mr. -0- ia pegar a lista, um raio cai na mesma e a pulveriza.

Mr. -0-: Meu papel!! T_T

Mr. -2-: Minha chance de não ser perturbado!! T_T

Povão: Nossos nomes!! T_T

Todos ficam olhando o papel em cinzas durante exatos 60 segundos, em silêncio, até Mr. -0- se pronunciar.

Mr. -0-: Alguém tem algumas palavras?... ninguém? Pois falo eu...

Mr. -2-: Lá vem bucha... ¬¬’

Mr. -0-: Vou contar uma história de terror para vocês, depois quero que descubram a moral da história.

Mr. -2-: Agora, duas buchas ¬¬’’

Mr. -0-: Era cedo. Não havia uma nuvem sequer no céu, mas isso não posso dar certeza pois estava eu dentro de minha casa, pouco iluminada durante o dia, apesar de estar com as janelas abertas.
Eu andava calmamente pelo corredor. Acabara de sair de meu quarto após uma noite bem dormida de sono. Fui ao banheiro. Tirei a roupa e fui tomar banho.

Mr. -70-: É história de terror então... malucos nus...

Mr. -100-: Me pergunto se foi uma boa idéia entrar nisso...

Mr. -0-: Após o banho, descobri uma coisa que mudaria meu dia! A toalha estava furada!

Povão: ¬¬

Mr. -0-: Mesmo assim, não tinha como eu sair molhada pela casa, então me enxuguei e me troquei rapidamente, preocupado com o furo em minha toalha. Então, fui escovar os dentes, e o que vejo?

Mr. -2-: Um ser muito burro numa superfície lisa e reflexiva, o que chamamos de seu reflexo no espelho...

Mr. -0-: Um ser muito burro numa superfície lisa e reflexiva, o que chamamos de meu reflexo no espelho!

Povão: ¬¬’

Mr. -0-: Peraí! Isso foi outro dia, não nesse! ... lembrei!! Eu vi que a escova de dentes estava virada para a direita, e não para a esquerda, e que o tubo da pasta estava ligeiramente apertado no centro...
Me sentia ameaçado e observado, mas não via nada, nem ninguém.
Escovei meus dentes, em alerta, e fui abrir a torneira. Para minha surpresa, esse mesmo ser que estava me estragando o dia invertera as torneiras, fazendo sair água fria da torneira quente, e quente da torneira fria!

Povão: ¬¬’’

Mr. -0-: Aquilo estava me deixando maluco!!

Mr. -2-: Não sabia que era possível ¬¬

Mr. -0-: Não desisti. Fui até a cozinha, alerta a qualquer coisa, e lá o vi pela primeira vez. O telefone estava sobre a mesa da cozinha, perto das torradas, olhando numericamente para mim. Era a visão do inferno. Ele apenas dizia “666DEVIL”, “666DEVIL”.

Mr. -2-: Povão, observação: essa é a campainha do telefone...

Povão: Sinistro...

Mr. -0-: Ele chicoteava aquele cabo de alimentação como chamas pulavam de fogueira em fogueira, em noite de São João. Fechei a porta de minha casa, para tentar conter a fera.
Não adiantou. Ao me virar, a vejo atrás de mim, numa mesinha de canto, berrando aquela frase e balançando-se.
Ela saltou para cima de mim, tentei me desvencilhar, mas não deu. O cabo se enroscara em meu dedo e em meu chinelo. Para onde corria, o ditocujo me seguia.
Até que fechei uma porta e não o vi mais. Era o do banheiro de hóspedes. Fui me proteger atrás das cortinas da banheira, mas ao abrir, o que vejo? Me vejo lá, refletido na água, segurando o bicho em minha orelha, falando palavras inescutáveis. Isso me apavorou ao máximo. Quase arrombei a porta com a cabeça após isso.

Povão; ¬¬’’’

Mr -0-: Ao correr novamente, me deparei com ele, mas não havia mais para onde correr. Era o fim. Ele saltou sobre mim, tentei fugir, mas não deu.
Ele me agarrou pela mão, e se levou até meu ouvido, mesmo eu relutante para não aceitar tal domínio.
Até que ele despertou sua verdadeira voz:

Povão: O que ele disse? O que ele disse?! O QUE ELE DISSE?!?!

Mr. -0-: Chamada a cobrar, para aceita-la continue na linha após identificação.

Todos caem no chão, devido ao baita fora que tomaram Ao se recuperarem do choque, Mr. -0- termina:

Mr. -0-: Fim. O que acharam?

Mr. -2-: Melhor você correr...

Mr. -0-: Por que? Vai ser tão sucesso assim?

Mr. -2-: Não... porque o povão está espumando pela boca, querendo te matar enforcado num pé de cebolinha...

Mr. -0-: E isso é bom ou mal?

Mr. -0- olha para o povão, andando em sua direção.

Mr. -0-: Depois você me dá a resposta. MAMÃE!! ME SALVE MEU PADIM PADI CIÇO!!!

Mr. -0- corria pela praia, sem rumo, seguido por um batalhão de gente atrás, querendo acerta-lo, no melhor estilo Piratas do Caribe 2.

Mr. -2-: Vocês acha que tem futuro?

Mr. –GIF-: O que você fez para encontrar ele? Qual foi o pecado a ser pago? ¬¬

Mr. –Lasca-: Chamadas a cobrar realmente são um horror.

Mr. -2- e Mr. –GIF- olham com olhares assassinos para Mr. –Lasca-. Este, dispara correndo logo atrás de Mr. -0-, seguido de perto por Mr. -2- e Mr. –GIF-, que tentavam acerta-lo.

Mr. –Lasca-: Estou lascado T_T T_T T_T T_T T_T

Mr. -2- e Mr. –GIF-: VOCÊ ESTAVA PENSANDO NISSO ATÉ AGORA, SEU INÚTILO!!!

Donuts! - March 1, 2007 06:26 PM (GMT)
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Contos na fazenda

Carlos colocou salsichas, espetos e algumas espigas de milho em sacolas plásticas e se levantou, apressando Rafael.

-Anda logo com a cerva, cara.

Rafael fez um gesto pouco delicado e deu um sorriso sacana enquanto colocava as cervejas sobre o ombro.

-Que pressa é essa? Aposto que eles nem conseguiram acender fogo ainda... Com o babaca do Flávio lá, então...

E os dois, após alguns risinhos abafados, saíram as escondidas da casa para se encontrar com Camila, Daniel e Flávio que já deviam estar acendendo a fogueira longe do casarão daquela fazenda antiga. Silêncio era essencial para não acordar dona Ivone, a avó de Carlos e Camila.

Depois de pular a cerquinha branca, não demorou muito para chegarem a uma pequena clareira cercada de capim alto onde só se ouvia o crepitar do fogo e os barulhos da noite. Nem sinal dos três que deveriam estar ali.

-Aqueles imbecis saíram? –Perguntou Carlos largando as sacolas perto de alguns troncos que rodeavam a fogueira.

-Sei lá, cara! – Respondeu Felipe copiando o gesto do amigo.

O silêncio estava incomodando, estava quieto demais. Tudo parecia assumir tons de vermelho e laranja, tingidos pelas chamas violentas, deixando o lugar ainda menos aconchegante.

Apesar de Carlos e Rafael gritarem por eles, nada dos amigos aparecerem.

-Cara, a vó disse uma vez que tinha onça aqui...

Eis que, antes da resposta de Rafael, um barulho alto e agudo ecoa pelo lugar enquanto Carlos e Rafael sentem suas cinturas sendo agarradas por algo pontudo.

-AAAAAAAAAAH! –Rafael e Carlos levam um tremendo susto e, num pulo, se voltam para ver o que os atacou.

-Porra, Mila! – Xingou Carlos.

-Vai se ferrar, Dan! – Reclamou Rafael ao garoto do interior

Camila e Daniel riam a plenos pulmões e Flávio estava se contorcendo no chão. Os assustados morderam os lábios, cheios de ódio e vergonha.

-É assim que vocês querem agüentar uma noite de história de terror, seus frouxos?

-Cala a boca, Flávio!

-Milinha, o amigo do teu irmão é estressado pra caramba, hein?

Depois de algumas amigáveis trocas de ofensas, a cerveja falou mais alto e eles se sentaram em volta da fogueira assando salsichas. Ah, o doce gostinho do proibido! Conversaram um pouco sobre assuntos diversos, até que Flávio lembrou o propósito da reunião obscura... histórias de terror!

-Ok, ok... eu começo – Falou Rafael – Tenho uma legal.

Todos fizeram silêncio. Camila chegou mais perto do seu amado Flávio - para desgosto de Rafael - enquanto Daniel engolia uma salsicha quase inteira e se ajeitava no seu tronco. Os jovens se calaram para ter início a história.

- Um cara muito ganancioso fez um roubo astronômico num banco e enquanto fugia da polícia se escondeu em uma cidadezinha de interior tipo esta aqui. Bem pacata, alguns poucos moradores... – Rafael falava pausadamente, cheio de calma e expressão - Um dia, ele estava voltando para sua bela casinha de pau-a-pique quando passou por uma ponte de pedra e viu uma moça de aparentemente 20 anos lavando roupa na transparente água corrente do rio. Ele a achou muito bonita e parou pra observar...

-Isso não parece história de terror.

-Ai, Carlos, deixa o Rafinha continuar! – reclamou Camila.

Todos fizeram silêncio novamente e ele prosseguiu depois de olhar com um sorriso agradecido para Camila:

-Ele notou que ela tinha um belíssimo anel nos dedos. Um anel belíssimo com uma pedra gigante, diga-se de passagem... Aí, puxou papo com ela e descobriu que, além do anel valer um monte de grana porque aquela pedra era um rubi e a armação era de ouro branco, o mimo foi presente do pai dela, que era um cara rico do exterior e deu o anel para ela antes de sumir. O cara, ganancioso como ele só, decidiu que queria o anel de qualquer maneira. Esperou até o dia em que ele poderia sair daquela cidade isolada e foi até a casa da jovem. A matou a sangue frio e tentou pegar o anel do dedo dela, ouviu gente se aproximando e nada do anel sair. Nervoso, cortou o dedo indicador direito dela fora e tirou o anel em quanto fugia.

Camila fez uma careta horrorizada, Daniel comeu mais uma salsicha, meio sem interesse na história que ele já conhecia e Carlos chegou mais pra frente, interessado na parte em que começa a ação.

-E aí? – perguntou Flávio ante o silêncio de Rafael.

O narrador deu um sorrisinho de canto de boca e prosseguiu com sua história.

-Quarenta anos depois, esse mesmo cara, já milionário, sentiu falta daquela cidadezinha em que se escondeu por quase um mês. Cumprindo a lenda que diz que ‘o criminoso sempre volta à cena do crime’ ele se mandou praquele fim de mundo. A cidade estava ainda menor do que antes, mas isso não abalou nosso criminoso que resolveu passear pela cidade como nos velhos tempos. Quando ele passou pela ponte voltando pra cidade, viu uma senhora com cerca de 60 anos lavando roupa. Ele ficou intrigado, ela parecia muito familiar... Então ele percebe que um dedo, o indicador direito, estava faltando!

Camila abraçou Flávio mais forte, cheia de medo. Daniel ainda estava desinteressado e Carlos cada vez se inclinava mais na direção de Rafael.

-O cara sentiu um calafrio na espinha ao se lembrar da moça que ele matou. E perguntou para a velha o que tinha acontecido com o dedo. Ela respondeu que ali ficava um anel muito precioso, que o pai dela lhe deu, mas que o dedo dela tinha sido arrancado para roubarem o anel. O cara estava ficando cada vez mais e mais nervoso. Depois de algum tempo, criou coragem e perguntou cheio de temor ‘E...e quem fez isso com a senhora?’. Ela olhou no fundo dos olhos dele e respondeu devagar: ‘foi...’

Camila e Carlos prenderam a respiração. Flávio estava ficando muito ansioso com aquela pausa estratégica de Rafael. E no momento máximo de tensão, Rafael gritou enquanto dava um pulo pra frente:

-VOCÊ!

Camila deu um grito agudo com o susto, Flávio deu um pulo da cadeira e ficou todo duro de medo. O melhor foi Carlos, que caiu pra trás dando um berro. Daniel já conhecia aquela e ficou só rindo dos outros.

-Cês da cidade são tudo maricas, sô. – disse ele entre gargalhadas.

Rafael estava adorando o efeito que causou, Camila estava possessa e só não arrancava o pescoço de Rafel fora porque Flávio levou na esportiva e segurou a namorada pela cintura. Carlos se recuperou e, para aliviar a vergonha, chamou Rafael de tudo, menos de santo.

-Qual é... vocês se amarraram, né? Menos o bestão do Dan, que nem deu bola.
Enquanto todos admitiam que a história tinha sido assustadora (mesmo que de uma maneira meio diferente do esperado), Daniel se defendeu.

-Uai...É qu’eu já conhecia essa daí. É veia que só o cão.

-Eita que seu Daniel é versado em história de terror!

-Né bem assim não, Rafael. É que aqui no interior o povo faz muito de contar causo de terror...

-Então conta a sua história, Dan-dan! – Pediu Camila, logo acompanhada pelos meninos da cidade.

Daniel estava relutante, não era bom narrador e se sentia mal falando perto dos meninos, pois se achava muito caipira. Mas acabou não sendo capaz de dizer não.

-Tá bão, tá bão. Mas já vô avisando que eu num sei falá bunito que nem ocêis. E que eu num sô bão de contar causo.

-Beleza, cara, beleza... –Apressou Flávio.

Daniel ficou um pouco pensativo e indeciso quanto ao que contar.

-Bão, vô falar duma que não é bem só história, sabe? O povo aqui diz que se assucedeu de verdade e aqui nessa fazenda, mas é meio xôxa. – Como ninguém protestou, ele continuou meio a contra-gosto. – Bão, na época em que esse campo aqui era só mato mermo e só tinha do casarão pra lá, tinha uma moça daqui da vila que tava pra se casar com um baita partidão da cidade grande, mas o causo é que ela num gostava dele e traía o moço com um pastor desses de gado, sabe? O cabra quando discubriu que tava com a cabeça enfeitada ficou fulo da vida, matou a moça e dispois foi atrás do homi que drumia cum a muié dele. O homi era frouxo de dar dó e quando viu o chifrudo chegando de facão e tudo fugiu que nem rato pra dentro do mato. O corno foi atrás cheio de reiva, mas o homi da cidade num sabia se virar no mato e se perdeu. Nunca mais ninguém viu o sujeito e o pirsiguido conseguiu sair são e sarvo da história.

Daniel parou de contar desanimado, a turma não parecia tão empolgada.

-Isso não é história de terror, Dan. Isso é linha direta ou sei lá.

Daniel sentiu o orgulho ferido e protestou em defesa:

-Ara, sô. Mas tem o resto, né? É que cês num parece que tá gostando...

-Continua, então, Dan. A gente tá gostando sim...

Daniel suspirou.

-O povo fala desse causo té hoje purque tem é muita gente que jura que o chifrudo tá aqui nesse mato até hoje caçando o homi, que quando ele morreu a alma continuou com a missão dele, sabe? Todo mundo tem um amigo duma tia dum vizinho dum primo que perdeu o amigo do cunhado porque ele entrou sozinho presses mato daqui e o chifrudo confundiu com o homi lá.

A turma toda se entreolhou. Era interessante, de fato... Mas Daniel não era um bom ‘contador de causo’... Rafael era bem melhor, cheio de detalhes e pausas bem escolhidas. Passaram mais duas horas contando histórias, comendo e bebendo, até que o capataz do sítio e pai do Daniel apareceu pra acabar com a festa e levou os meninos na marra para casa e tacou todo mundo no seu quarto: Flávio, Carlos e Rafael num quarto, Camila no outro e Daniel na casinha do pai.

Emburrado na cama, Rafael ficou chateado com o fim da festa. Estava fazendo tanto sucesso com suas histórias que apostava como Camila ia largar o playboy do Flávio e ficar com ele de vez. Até Carlos concordava e estava com ódio por Flávio não se tremer tanto com as histórias. Não gostava do namorado da irmã e achava seu melhor amigo muito mais apropriado.

-Cara, não consigo dormir. Carlos, você lembra onde larguei meu celular, cara? Quero jogar alguma coisa.

Carlos estava sonolento e só grunhiu. Flávio foi quem respondeu.

-Mano, acho que você deixou lá perto da fogueira... Tava usando pra marcar tempo, lembra? Pra gente voltar antes da dona Ivone acordar...
Rafael bateu a mão na testa. Droga! Como pôde esquecer do celular, sua alma portátil? E se ele estragasse com o orvalho ou sei lá? Todos aqueles meses economizando iam pro ralo! Irritado, ele se levantou e foi até a porta.

-Onde você vai? –perguntou Flávio.

-Buscar meu celular.

Flávio arregalou os olhos, preocupado.

- Sozinho, cara? Quer que vá contigo?

Rafael normalmente era educado, até amigável, com Flávio, mas naquele momento de ciúmes e raiva ele estava sem paciência para isso e foi meio grosseiro no tom de voz.

-Não tenho medo de história de terror, vou sozinho.

E saiu do quarto e da casa. Pulou a cerquinha branca do pasto e foi andando em direção ao local da reunião. No começo estava tranqüilo, mas começou a ficar meio arrependido: Os grilos, cigarras e corujas faziam uma estranha sinfonia que soava macabra aos ouvidos de Rafael, já tão cheio de histórias de terror. Ele engoliu em seco e começou a cantarolar uma música americana qualquer pra distrair a mente.

Depois de uma boa caminhada achou o lugar e começou a procurar seu celular, tarefa difícil no escuro da noite.

-Droga...

Ele ouviu um barulho de graveto partindo e olhou assustado naquela direção, bem a tempo de ver um pequeno rato passar correndo.

-Uau, Rafael, um rato. E você se tremendo de medo, né? Achou que ia ser quem? O cara que levou um chifre?

Ele forçou um risinho pra se acalmar. O sorriso não foi tão útil quanto o que veio a seguir:

-Achei! – Ele pegou o celular no chão, perto das cinzas. –Droga...Tá todo imundo!

Enquanto ele limpava o celular com a mão, ouviu um barulho de mato se movendo atrás dele. Sentiu um calafrio percorrer-lhe a espinha e se virou no ato. Não viu nada. Concluiu, assustado, que devia ser o vento e tratou de se apressar no longo caminho de volta ao casarão. Ele ia cada vez mais rápido pela apertada trilha entre o capim alto, sentia aquele pânico, aquela impressão de estar sendo seguido. Bem quando se forçou a ir mais devagar, julgando seu medo irracional, ouviu o barulho de mato se movendo atrás dele e se virou para olhar.

Nada.

Suspirou e se virou para retomar seu caminho.

-Te achei! – Uma voz rouca, carregada de raiva.

Arregalou os olhos assustado com o que viu em frente a um metro dele apenas: um homem adulto, com um terno roto e uma enorme faca na mão. A cara mostrava um ódio desfigurador.

-Seu maldito! – Gritou a figura tão perto de Rafael que ele podia sentir um hálito podre – Finalmente te achei!

E ele veio pra cima de Rafael, com a faca em mão e raiva no olhar. Rafael sentiu o coração pular, se virou e correu como nunca antes na sua vida, sem se importar com galhos, pedras ou qualquer coisa no caminho. Ele correu durante cerca de meia hora e acabou entrando no mato alto durante o pânico, seguido de perto pelo homem, até finalmente se esquivar e se esconder atrás de uma rocha.

A respiração era ofegante, acelerada. As pernas dele doíam e seus braços e pernas sangravam, arranhados na fuga. Ele ficou parado naquele lugar por cerca de uma hora. Assustado, sem coragem de fugir e com menos ainda de ficar ali. Respirava pouco, tentando ficar o mais quieto possível. Aquele stress e excesso de adrenalina iam drenando suas energias aos poucos e uma vez parado conseguia sentir as várias lacerações que ganhara.

Mais meia hora em silencio absoluto, nem sinal do assassino e ele finalmente decidiu se mover. Correu rápido em direção ao casarão, o mais rápido que pôde. Quando estava quase chegando na cerca branca e ele achou que tinha esperanças, o homem surgiu com seu olhar psicopata do capim alto e com sua faca empunhada avançou rápido contra Rafael, que não teve outra opção senão voltar, correu uns 10 metros e tropeçou.

-Argh!

No chão, vulnerável, não teve como escapar das furiosas estocadas daquela faca enferrujada e dos olhos puramente azuis cheios de ódio. O homem gritava insultos e reclamava sua honra de volta e nada do que Rafael fazia parecia surtir efeito. Ele sentia a sua pele sendo cortada aos poucos e nenhum dos golpes era em um lugar fatal, todos pareciam apenas infligir dor. Mas mesmo assim eram cortes e o sangue escorria e coloria o solo, regando as raízes das plantas e impregnando o ar com o cheiro da morte. Eis que ele parou de gritar e lutar ao se surpreender com a semelhança do rosto daquele homem com um que ele conhecia.

-Mas...você..

O homem enfiou a faca na boca de Rafael, para faze-lo se calar e ele urrou de dor. Depois de sofrer ataques por cerca de quinze minutos, ele morreu agonizando com a falta de sangue no corpo. O assassino sorriu ante ao coração inerte do adolescente e se desfez em uma nuvem de fumaça cinza.

Uma hora depois, atraída pelo cheiro de sangue, uma onça foi até o corpo ensangüentado para uma refeição, apagando os traços de violência humana e as provas do que realmente aconteceu.

Enquanto isso, da janela do quarto mais alto do casarão, Flávio se apoio no peitoral da janela e relembrou o doce, porém distante, barulho dos gritos de Rafael. A lua iluminou o sorriso sádico do jovem.

-Depois de tanto tempo, aprendi a lição, Rafael. Corto o mal antes que ele aconteça...

E Flávio desceu as escadas para seu quarto com aquele mesmo brilho sanguinário nos olhos puramente azuis que Rafael viu antes de morrer, se deitou ao lado de sua honra imaculada, ébrio de felicidade e dormiu tranqüilo, sem se preocupar com o sofrimento de todos no dia seguinte.



ok... eu sei que não assusta seu ninguém e que até a metade tende pruma fic romântica... mas xDDD baaah não sei escrever terror!

GM Bigorna - March 1, 2007 06:28 PM (GMT)
lloyd eu num li sua fi c ainda... mas ela eh de terror? xD e tem que ser sobre fantasma... donut... eu tbm nao li a sua fic ainda... mas tah faltando o titulo dela neah? =] arrumem plz

Yokko - March 1, 2007 07:05 PM (GMT)
Minha Fic é pequena XDDDDD.
QUOTE

A Dama do quadro.

A história se passa na antiga Londres de 1826.
No centro da cidade havia um ataliê, pequeno, modesto, um pouco escuro. Nele viviam uma linda e doce dama, de cabelos ruivos, rosto perfeito, e seu marido, um artista, pintor. A dama aparentava uns 17 anos, e o pintor era um homem de porte atlético, aparentando uns 30 anos.
A dama amava seu marido, e faria tudo o que ele quisesse se pedisse. O pintor porém, não ligava nenhum pouco para sua linda esposa, e dedicava todo seu tempo para a pintura.
Passado algum tempo, a dama começou a cair em depressão, pois não recebia nenhuma atenção de seu amado, que apenas pintava. Então, para tentar ser reconhecida, ela pediu ao pintor que fizesse seu retrato, e ele aceitou.
A cada dia que se passava, o retrato ia ficando cada vez mais perfeito, até atingir a realidade, e a dama continuava sentada no banquinho sempre na mesma posição, com um olhar triste fixado no pintor.
Quando o retrato foi finalizado, a dama foi adoecendo aos poucos, até morrer. O pintor, ao invés de finalmente reconhecer que tinha uma esposa e ficar melancólico, continuou pintando como se nada tivesse acontecido.
Mas, passando-se o tempo, o quadro da dama recebia sempre novas cores e ficava sempre mais real e perfeito, mas o pintor não fazia nada com o quadro.
E numa noite de lua cheia, enquanto o pintor dormia, o quadro começou a chorar. A dama havia entregue seu espírito ao quadro enquanto ele era pintado, esperando reconhecimento enquanto pintura. Mas nem isso ela conseguiu.
Pasmo com o choro, o artista levantou-se e resolveu investigar.
Ao chegar perto do quadro, a feição da dama era tão depressiva e perfeita, que o pintor ficou comtemplando o quadro, parado, olhando fixamente para ele.
O tempo passou e o artista continuava parado em frente ao quadro, sem comer e nem dormir. Tamanha era sua comtemplação pela obra de arte, que ele esqueceu de viver.
O ateliê foi ficando abandonado, escuro e sem vida, mas lá estava o pintor, parado em frente ao retrato de sua dama.

O ateliê nunca foi demolido até hoje, pois dizem que quem entra na construção nunca mais volta, fica parado feito estátua em frente a um quadro, contemplando-o até morrer, sem perceber. Dizem que a dama finalmente conseguiu a atenção de seu marido... Não do jeito que queria, mas ela não se importa mais.
Essa é a lenda do quadro fantasma.

Dante_Sama - March 1, 2007 08:41 PM (GMT)
Wee \o/
Eu vou usar uma historia de introdução que fiz para meu grupo de rpg quando fomos começar a jogar Hunter: The Reconing, um jogo de rpg no mundo de Vampiro: a mascara, aonde humanos com poderes retomavam a noite =D ta bem fraquinha mas espero que pelo menos seja lida xD

QUOTE
O despertar

Estou ficando maluco.
Isso que esta acontecendo, não estou certo?
Lembro-me do porque estar assim... daquele dia... aquele maldito dia...
Tenho problemas para decidir se o que aconteceu foi real ou é fruto de minha mente... Bem, creio que isso não me importa mais...
Era um dia normal de minha vida. Acordo, escovo os dentes, tomo banho, visto minhas roupas, tomo uma xícara de café e vou para a aula... coisas normais sabem? Pelo menos o que a sociedade considera normal, como qualquer outro garoto de 17 anos faz...
Mas aquele dia tudo mudou.
Pensei que estava nervoso, café demais ou excesso de estudos... alguma coisa assim... Quem me dera que foi isso...
Durante o caminho as coisas começaram a acontecer, primeiro foi à placa do restaurante. Aquela mesma placa que já vi milhares de vezes, que sempre tinha aquele letreiro idiota, “Point do Luigi”... Sempre achei um nome besta para um restaurante, mas aquele dia não importava, pois não estava escrito aquilo... estava escrito “Cuidado, ela vai lhe matar!”
Esfrego meus olhos, e o letreiro volta ao normal. O “Point do Luigi” brilhava ao sol.
“Devo estar no sol durante muito tempo...”
Continuo seguindo meu caminho ate a escola, sem maiores interferências. Chego na escola como se aquilo nunca tivesse acontecido, e assim pretendia seguir com minha vida. Foi então que vi aquilo. Mas o que era aquilo?
Parecia ser um humano, mas não era um humano, era mais para uma imagem de um slide do inicio da década tremido... Não tinha pés, e nem olhos... tudo que tinha no lugar aonde deveria haver olhos era um brilho azul... que sentia que me encarava. Eu dou um passo para trás, assustado,e acabo tropeçando no chão, fasendo todos rirem. Quando olho em direção aonde aquilo se encontrava não estava mais lá. Eu me levanto, e finjo rir de minha própria queda.
Rapidamente sigo para minha classe, já estava começando a ficar de saco cheio daquelas alucinações... já bastava ser um jovem preocupado em ganhar notas tinha que ser agora alguém que Sofia de problemas de alucinações?
A aula segue normalmente, eu sentado na primeira cadeira, como sempre, devido ao meu problema de visão, como um dia qualquer de aula, quando aquilo entra na sala. Vejo ele caminhar ate o meio da sala, e se virando para nós, mais especificamente para mim. Olho aonde deveria estar os olhos da coisa, e sinto um tremendo frio na espinha quando aquele brilho azul me encarava. Ele abre uma espécie de fenda em sua face, creio que a boca, e se preparava para alguma coisa.
Nesta hora eu surtei.
Pulo em cima dele na hora, com um lápis na mão. Finco ele no lugar aonde deveria haver um olho, com o maximo de força que consigo, e ouça aquele grito que mais parecia um uivo do inferno.
Começo a socar aquilo que deveria ser a cara do ser. Sinto eles se desmanchando em minhas mãos, e ouço o grito horrorizado de minha professora e meus colegas. Quando aquilo para de se mexer, dois colegas meus me puxam para trás, me segurando. A policia aparece, dizem que acabei de matar um homem. Um Homem. Aonde viam um homem ali?! Tudo que eu via era uma imagem que parecia ser tirada de um slide, coberto de tinta azul brilhante.
Sou preso, levado para a FEBEM, como a maioria dos jovens violentos de minha idade...
Fiquei maluco, não é mesmo? Só pode ser isso que aconteceu. Era um jovem comum da sociedade e no outro dia era um assassino de algo que nem era humano.
“Não se preocupe, você não é um assassino, nem está sozinho.” Diz a mulher parada ao meu lado.
“Nos de só um pouco de tempo, e eu e o pessoal iremos lhe tirar daqui, e em seguida perseguiremos o resto deles...”
Não sei porque, mas acredito naquela mulher. Ela se despede, e em seguida sou jogado novamente no meu quarto, e logo em seguida a porta é trancada. Eu me levanto, e caminho ate a janela, olhando para o horizonte.
Não sei porque, mas agora me sentia bem melhor, ao saber que não estava alucinando.
E me sentia melhor ainda por pensar que poderia matar mais daqueles seres...


Lloyd-kun - March 1, 2007 10:48 PM (GMT)
A minha é de terrir ^^

Mas dá para quebrar o galho XD

Negi-sensei - March 2, 2007 12:39 AM (GMT)
Lol, nunca fiz uma de terror, mas vale a pena de um pombo tentar õ.o

QUOTE
UM GRITO DO ALÉM
Era uma sexta feira treze no japão, em nagoya, onde um jovem albino de cabelos quase brancos chamado Toya vivia, ele ouvia boatos de que uma loja ali perto vendia esfihas feitas com carne humana e que à noite eles faziam algo com quem os comprava, Toya era corajoso, logo resolveu comprovar à seus amigos que não havia nada de mais, entrando na pequena loja, vê no balcão um homem pequeno e pálido, com cabelos negros como a noite:
Toya: Boa noite... *um pouco assustado* eu gostaria de 5 esfihas...
Homem: Seu pedido é uma ordem... são 2000 yens...
Toya: Mais e as es.. *percebe que a seu lado havia uma pequena caixa com as 10 esfihas* elas estavam aqui antes??
Homem: Não seja bobo.. são 2000 yens..
Toya paga, fecha e pega a caixa e sai da loja, quando se vira vê o balcão vazio, isso o deixa apreensivo, mais não era uma coisa dessas que ia o assustar, ele vai andando em direção à sua casa, percebe que era lua cheia, com poucas estrelas, continua andando pela rua deserta sozinho, absorto em seus pensamentos sobre a loja, quando começa a ter a sensação de estar sendo observado, olha para trás mas não vê nada além de sua própria sombra, continua andando quando resolve verificar sua comida, abrindo a caixa ele percebe que só haviam 9 esfihas, ele fica estranhando e chega a conclusão de que haviam 9 desde o começo, andando mais um pouco, ele vê um orelhão mais à frente, que quando chega perto, começa a tocar, a curiosidade de Toya era grande, então ele atende:
Toya: Alô?
?:.....
Toya: Alô???
?:.....
Toya: Alô??????
?:.....
Toya: *desliga* Coisa estranha...
Quando Toya começa a andar novamente o telefone toca outra vez, meio aborrecido ele atende de novo, porém antes que possa falar alguma coisa, ele ouve algo estranho:
Voz feminina: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
*tuuuuu....tuuuuu....tuuuu....*
Toya fica meio apreensivo, pois a voz era parecidíssima com a voz de sua irmã mais nova, então começa a andar um pouco mais rápido com um certo medo, até que andando mais um pouco, vê que na outra esquina havia alguém sentado encostado no muro, chegando mais perto vê que era um policial todo ensangüentado, com os olhos brancos, sem pupilas, rapidamente chocado com a cena sente um calafrio e olha para tras, e não vê nada, olhando novamente para frente percebe que o corpo havia sumido, havia apenas a marca de sangue na parede, com medo, Toya abre novamente a caixa, e percebe que mais outra esfiha havia sumido.
Toya fecha a caixa rapidamente e sai correndo, ele estava apavorado, só que derrepente tropeça em algo e cai, olha para ver no que tinha tropeçado, e vê o corpo de seu pai no chão, ensangüentado e esfaqueado, consumido pelo terror, Toya sai correndo, sem olhar para traz, e percebe que à frente havia um cachorro sem o pêlo e sangrando caído morto no chão, abre novamente a caixa e percebe que mais 3 esfihas sumiram, ele fecha a caixa e abre novamente, dessa vez, não havia nenhuma...
Tomado pelo terror Toya sai correndo desesperado, larga a caixa e continua correndo, quando sente uma mão em seu ombro, para e olha para trás, não havia ninguém, porém em seu ombro havia uma marca de mão feita de sangue..
Toya: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Olhando para frente Toya vê vultos vindo em sua direção, ele estava paralizado de medo e não conseguia corer, os vultos se aproximam e se revelam ser o policial(ainda cheio de sangue e olhos brancos), seu pai(cheio de sangue, esfaqueado), o cachorro(sem pêlo, sangue) e sua irmã(rosto em carne pura). Toya não conseguia se mecher, e então ouviu uma voz asmática
?: Morra.....
Tudo se envolve na maior completa escuridão e apenas se ouve o grito de Toya de terror, no dia seguinte, encontram o corpo de Toya estatelado no chão, em carne pura, e com a perna decepada, moradores da rua apenas disseram que na noite anterior ouviram um grito de terror, um grito do além.....
Agora nessa mesma rua, toda noite de lua cheia dizem que se ouve gritos de terror vindos da escuridão, apenas esperando a próxima vítima...


Lol nem sei se tá boa, mais é minha *-*

Rud-shake - March 2, 2007 11:21 PM (GMT)
Meu livro,digo fic

QUOTE
*Em uma noite escura,calma onde a rua estava deserta e só se ouvia o barulho dos galhos e das corujas,um garoto de aproximadamente 10 anos estava vendo um filme de terror,na sua própria casa,a parte de trás da casa dava para a floresta enquanto a da frente dava para a rua*

Garoto:O_O *Comendo pipoca*

Filme:Die *O monstro corta a cabeça do homem ao meio com um machado,ele pega a cabeça e começa a comer o cérebro*
Delicious

Garoto:OMG O_O Mãe to com medo  T__T

*A mãe sai do sono de beleza com uma mascara de lama no rosto*

Garoto:O monstro

*A mãe já irritada com o fato de ser acordada*

Mãe:Vai dormir muleque

Filho:sim senhora.

*o garoto vai para o quarto e logo deita na cama,já no meio da noite,uma tempestade começa,raios começam a cair e o garoto acorda com o barulho de um*

Garoto:o que ta acontecendo ?

*Um Raio bem luminoso cai,e da janela só dava para ver um vulto cortando a cabeça do garoto e levando a cabeça junto*

Vulto: ...

O Fantasma Decapitado


*E logo o vulto sai da casa pelos fundos e vai em direção da floresta,na manhã seguinte em frente a casa estava varias viaturas de policiais*

Policial:O que houve senhora ?

Mãe:Eu não sei a gente estava dormindo a gente só deu conta quando acordamos.*A mãe começa a chorar* A ultima coisa que ele disse foi “sim senhora”

*Enquanto a polícia conversava com os pais,Daisy uma senhora que morava na casa da frente,estava voltando do supermercado,curiosa e preocupada foi conversar com a Mãe*

Daisy:o que houve Mary ?
Mary:O meu filho morreu

*Logo que ouve,Daisy deixa cair as compras e começa a tremer*

Mary:tudo bem ?

Daisy:Venha comigo quero falar com você

*Ela puxa o braço de Mary chamando ela para conversar as sós*

Daisy:Por favor,me ouça.Você sabe que eu moro aqui muito tempo e já conheci varias pessoas que moraram na sua casa,todas tinham um filho.E infelizmente todos morreram do mesmo modo que o seu.E depois todos sumiram.

Mary:Verdade ?

Daisy:Eu só tenho um conselho para você.

Mary:Qual ? Por favor me diga eu estou desesperada eu quero matar a pessoa que fez isso

*Daisy da um suspiro e diz num tom baixo e desanimado*

Daisy:Eu acho que quem fez isso,é um espírito/fantasma perturbado.Você deve contratar uma médium.

Mary:Pare de falar besteira,isso é uma coisa séria.

Daisy:O que eles podem fazer ? *Diz apontando para os policiais*
E o que você pode fazer?
Faça isso que eu estou te mandando.

*Daisy volta para a sua casa,dando uma ultima olhada para o tumulto em frente a casa da sua vizinha*

Mary:Será que eu devo ?

*Já a noite,o tumulto já tinha acabado.E novamente o silencioso tomava conta da casa.Mary vendo o noticiário ao lado de seu marido,vê a noticia sobre seu filho.Na hora ela não da um ataque de choro,mas uma lagrima saia dos seus olhos*

Johnas:Tudo bem querida ?

Mary:Tudo

*Ela limpa a lagrima e volta a ver o noticiário,até que um barulho vem da cozinha,ela vai ver o que é e vê a torneira aberta,ela fecha e volta para a sala*

Mary:Você deixou a...

*Antes de terminar a frase,Mary vê um vulto atrás de seu marido com uma faca levantada pronto para cravar na cabeça ela logo da um grito de assustada*

Mary:AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

*Na casa da Daisy*

Daisy:De novo não

Johnas:O que houve querida ?

Mary:Nada,desculpa.

*Mary rapidamente corre em direção ao telefone,pega uma lista e procura uma médium.*

[Mary:Alô]

[Lucy:Boa noite Médium Lucy falando]

[Mary:Por favor venha o mais rápido possível para esse endereço.Rua:Madueu numero 996]

[Lucy:Ok mas antes eu quero informações do que esta acontecendo ai?]

[Mary:nosso fi...]

*A Linha do telefone cai e fica um silencio,Até que uma voz grossa e intimidante fala*

[????:Vocês todos vão morrer]

*Mary rapidamente desliga com medo.*

“Dia seguinte”

*A médium já tinha chegado,e estava estudando a casa para ver se encontra algo sobrenatural*

Lucy:Quero que você procurem informações sobre os antigos donos da casa

*Diz Lucy a Mary.Lucy vai aos fundos da casa e fica analizando tudo em sua volta desde grandes arvores a pequenas flores*

Lucy:Essa casa não tem nenhuma força espiritual ruim.Devemos ficar uma noite para termos certeza.

*A noite cai e Mary volta pra casa com um livro na mão.Logo que chega não da nem “oi” ela vai a Médium e diz.Essa casa é assombrada.Ela abre o livro e nele estava escrito*

“Diário dos Grindos.

Dia 4/7/1965

Acabamos de se mudar,a casa e linda,em frente a floresta,o ar puro,tudo é perfeito,menos uma coisa o meu marido,fui obrigado a me casar com ele porque a família dele é rica.Ele é horrível,malvado e sadomasoquista O_O.Eu quero muito ter um filho mas do jeito dele nunca farei”

*Mary mostra que varias folhas estão faltando e mostra outra de um tempo bem a frente*

“Dia 8/9/1966

7:00 da manhã

Nosso filho acabou de nascer,ele é lindo,mas o horrível do meu marido não gostou disso,ele esta enfurecido,parece um louco.

7:00 da noite

Aquele filho da pu***
Matou nosso filho,nunca o perdoarei.”

“Dia 9/9/1966

Matei aquele desgraçado e joguei a cabeça dele no poço atrás da casa quero que ele tenha outra vida horrivel e que ele sofra muito”

Lucy:Que coisa horrivel.

*Logo que terminam de ler,uma nevoa toma conta da rua e logo vai entrando na casa.todos ficam assustados até a Médium que nunca tinha visto algo assim.A névoa vai embora e um vapor fica no espelho,nele algo começa a aparecer,uma frase que dizia, “Não adianta nada todos irão morrer.Nessa noite” e na hora o 6 do numero da casa vira e fica 999*

Lucy:Isto já esta ficando fora de controle.Irei ver esse tal de poço para achar algo,vocês ficam aqui isso pode ser muito perigoso.

*Lucy vai para a fora da casa e vai em direção à floresta achar o poço,ao encontrar,ela se agacha para ver se consegue olhar o fundo,mas algo sai dele com uma força incrível conseguindo empurrar ela para trás.Ela da dois paços para trás.Atrás dela o vulto aparece e segura ela pela cabeça e leva até o poço,o vulto levanta a mão revelando um facão*

Lucy:Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

*O vulto corta o pescoço e deixa o corpo cair no poço,só dava para ver o sangue jorrando da cabeça,caindo dentro do poço.O vulto logo vai em direção da casa.Entrando nela e se esgueirando pelas paredes,ele aparece novamente nas costas do marido como se fosse uma sombra e a mão começa a sair com o facão,cravando na cabeça de johnas.logo cortando fora novamente a cabeça.Enquanto isso a Mary estava lá em cima tentando dormir*

Vulto:...

*Ela estava deitada com a cara virada para o teto,quando a porta abre devagar e uma sombra entra,ela fica assustada,mas logo vê o rosto marido e quando ela fica aliviada o vulto entra junto com a cabeça e logo ela percebe que na verdade era uma cabeça decapitada,assustada ela vai se afastando indo em direção a janela e sem perceber acaba caindo,rolando pelo telhado e se machucando,quando ela abre o olho ela ve o vulto saindo da janela como uma sombra só com a mão e o facão pra fora,chegando perto ele sai completamente e corta a cabeça,deixando o corpo cair no chão sem vida nenhuma.*

Vulto:Eu disse que todos morreriam.

*o vulto volta para o poço junto com os corpos e as cabeças,no dia seguinte ninguém suspeitava de nada e não tinha nenhum vestígio da onde o casal teria ido e tudo iria acontecer denovo e denovo*

FIM


GM Kaitou - March 3, 2007 11:15 PM (GMT)
Para melhor entendimento da fanfic, só é preciso explicar tres coisas:
1 - O porão que falarei mais á frente, a porta dele é igual aqueles porões americanos, duas portas na horizontal que ficam fora da casa, abre-se elas e lá está o porão subterraneo.
2 - Um metronomo é um objeto que serve para que a pessoa mantenha o ritmo ao cantar/tocar um instrumento. Para quem nunca viu ---> Link, e para vê-lo em movimento ---> Link
3 - Se não sabem qual é a música Fur Elise de Bethoven, ouçam =) ---> Link
4 - Quanto ao final, ele necessita de um certo de entendimento de cada pessoa, por isso não deixem nenhum detalhe vazar e tentem entender bem, caso não entendam, eu explico por PM, mas perde um pouco da graça, tente entender por si mesmo o que é falado no final para entender o que ocorre na quarta vez que a musica é tocada.
5 - Editando, esqueci de falar algo, eu me inspirei a fazer isso num episódio de um anime, não tirei isso tudo da minha cabeça, modifiquei coisas do epi e o final, mas se viram o anime (Gakkou no kaidan) e disserem que eu plagiei, não é bem assim, as regras lá em cima deixam claro que pode se inspirar em uma historia real e escrever com as suas palavras, foi o que eu fiz.

Espero que gostem ^^

QUOTE
O Fantasma do Piano

Num local abandanado, com algumas mesas, cadeiras e trapos velhos, vem a cena de um piano negro, muito bonito. O piano com o auxilio das rodas se mave sozinho para o centro do local e começa a abrir a sua tampa de trás, afinar as cordas sozinho, ouve-se a risada de um homem.
A cena então se volta para um dia ensolarado de outono, as folhas das arvores caíam pouco á pouco e os jovens íam indo embora da escola. Um grupo de quatro amigos voltavam juntos, eles eram: Satsuki, uma jovem de cabelos castanhos médios, olhos verdes e aparencia de 13 anos, Sadako, possui cabelos negros longos, bonita, olhos azuis e aparencia de 15 anos, Kimihiro, possui olhos e cabelos negros, um garoto um pouco alto de aparencia de 13 anos e por fim Riko, um garoto de 13 anos, olhos azuis e cabelos loiros. Todos iam caminhando até que veem uma velha mulher carregando sozinha várias caixas para seu carro, ela parecia ter dificuldade de carregar aquilo para fora do porão, tendo que subir as escadas, Satsuki, que gosta muito de ajudar se dirige á ela.


Satsuki:- Olá senhora, você precisa de ajuda?

Senhora:- Oh, se não é muito encomôdo, você poderia carregar para mim uma caixa azul média que está no porão, estou com algumas dores, o resto que tem ali meus filhos vão carregar amanhã, se puder trazer só aquilo que falta eu ficaria a muito agradecida...

Satsuki:- Com certeza eu vou pegar senhora ^^

Sadako:- Então a gente te espera aqui?

Satsuki:- Eu vou passar no mercado, ia virar na esquina mesmo, se quiserem, podem ir...

Todos:- Tudo bem.

Os amigos de Satsuki seguem conversando e a senhora á aguarda fora de seu porão, enquanto Satsuki adentra no mesmo. Satsuki vê algumas mesas e cadeiras empoeiradas e alguns objetos encobertos por trapos, um rato passa na sua frente.

- Ah...é só um rato o_o...

Satsuki continua a andar mesmo com um pouco de medo, até que vê a caixa azul no canto da sala em cima de uma mesa. Satsuki vai andando até que olha pro lado e vê um piano negro muito bonito, e não havia pó nenhum nele, ele estava até lustrado. Havia um quadro de um velho homem na parede, Satsuki não reconhece muito bem o homem do quadro, mas a sua atenção se volta toda para o piano.

Satsuki:- O que será que isto, tão bonito deste jeito está fazendo jogado nesse porão?

Satsuki pega a caixa e então quando ia caminhando para fora do porão, o piano então começa a tocar uma musica (Nota: A música é Fur Elise, mas satsuki não á reconhece no momento). As teclas se moviam sozinhas e a musica vai tocando.

*O...o...que é isto!?*

Satsuki vai se aproximando do piano para ver o que era, a musica então chega ao fim. Satsuki coloca então o dedo em uma tecla, mas não faiz nenhum som, ela coloca o dedo em outras teclas e o piano não ás reproduzia. Satsuki assusta sai correndo para fora, deixando a caixa na entrada do porão. A senhora que estava na casa vê Satsuki indo embora.

- Para onde ela foi com tanta pressa?

A cena muda para Satsuki e seus amigos em meio ao por-do-sol.

Todos menos Satsuki:- Sozinho!?

Satsuki:- Isso mesmo, ele tocou uma musica sozinho e depois quando eu fui tocar nas teclas, elas não funcionavam.

Riko:- Então é o tal fantasma do piano.

Todos:- Fantasma do piano!?

Riko:- Sim, é uma lenda que diz que o fantasma que era dono daquele piano ainda o assombra após sua morte, o piano pode não estar mais funcionando, mas quando seu real dono aparece para usá-lo, ele milagrosamente funciona.

Satsuki:- Bem, a musica que ele tocava era Fur Elise.

Riko:- Hum...Também dizem que se você ouvir a música do fantasma 4 vezes, você morre. Dizem que ele toca cada vez de uma maneira diferente, a 4ª vez ele toca bem lentamente, mas é o que dizem.

Sadako:- E agora Satsuki?

Satsuki:- Hum...Eu preciso ouví-la 4 vezes para morrer, é só eu não chegar mais perto daquele porão de novo que não irei ouvir a musica novamente.

Riko:- Bem, até que ela tem razão...Mas eu não sei ao certo...

Satsuki:- Eu tenho que fazer o jantar agora, a gente se vê amanhã.

Satsuki parecia estar despreocupada com o fato, nem ligava para aquela lenda que Riko havia lhe contado, então Satsuki vai para casa e prepara o jantar. Satsuki vive com o irmão mais novo de 6 anos e seu pai, que trabalha até meia-noite. O irmão de Satsuki se chama Hyoji.

Satsuki:- Hyoji! A janta tá pronta!

Hyoji pega seu prato e começa a comer na mesa ao lado da cozinha. Após o jantar Hyoji vai dormir e Satsuki ainda estava acordada lavando os pratos. O telefone toca.

Satsuki:- Já vai!

Satsuki atende e ninguem estava nalinha, ela então desliga. O telefone toca de novo, no momento que Satsuki o atende a música Fur Elise começa a tocar pelo telefone.

- A...a...a...

Satsuki desliga o telefone. Mesmo com o telefone no gancho, a musica tocava por meio dele, Satsuki desesoerada pusa a linha do telefone para desligá-lo. Então o rádio liga sozinho e a musica continua.

- Ah!!!!

Satsuki corre para as escadas e sobe até seu quarto trancando a porta. Seu celular que estava sobre a escrivaninha de repente liga e a musica começa a ser tocada por ele.

- Pára com isso!

Satsuki desesperada pega o celular e o joga com tudo no chão fazendo-o em pedaços e a musica para. Então a caixinha de jóias (Aquelas que quando abertas tocam uma musiquinha) de Satsuki que estava no topo de seu guarda roupa começa a tocar a musica Fur Elise. Satsuki corre e estende a mão para pegar a caixa, mas Satsuki não a alcançava.

- Pára! Pára! Pára...

Satsuki chorava e então a música acaba. No outro dia na escola, Satsuki conta o ocorrido á seus amigos.

Sadako:- Hum...E agora, mesmo não estando perto do piano não se pode escapar dele.

Kimihiro:- Por que não coloca uns protetores de ouvido nas orelhas então?

Satsuki:- Não seja idiota!

Riko:- Até que pode dar certo.

Todos:- Hã?

Riko:- Se o fantasma ver que você não está ouvindo a música, ele irá desistir e ir embora.

Satsuki:- Hum...

Sadako:- Em todo caso, vocês sabem que eu sou a mais sensitiva de todos, eu vou pesquisar alguma coisa para ver se há uma solução.

Satsuki assiste a aula e vai embora para casa ainda meio apreensiva. A noite cai e Hyoji já estava dormindo. Satsuki com medo, não conseguia dormir e estava encoberta por um lençol sentada em sua cama. O telefone toca, mas Satsuki não quer atendê-lo Hyoji acorda e sai do seu quarto que é ao lado de Satsuki. Ele após um minuto bate na porta do quarto de Satsuki.

- É a Sadako no telefone mana...

Satsuki vai até o telefone e atende.

Sadako:- Eu descobri umas coisas sobre o fantasmo do piano, você poderia vir até o parque para conversarmos, eu estou falando de um telefone público no momento, então venha até aqui.

Satsuki:- Ok.

Satsuki vai até o parque mas não vê ninguem. Satsuki então sente um calafrio e olha para trás. Ao olhar para trás Satsuki vê o mesmo piano que havia visto no porão daquela senhora. Satsuki corre enquanto o piano tocava sozinho a musica Fur Elise novamente.

*Se eu me distanciar eu não vou ouvir a musica e se eu não ouví-la inteira não terá problema.*

Desesperada Satsuki corre o máximo que pode até chegar em uma esquina, quado Satsuki olha para a direita vê o piano ao seu lado.

- Ah!

Satsuki corre em meios as ruas e o piano do nada aparecia no fim da cada uma, ainda tocando a música. Satsuki corre até chegar em um beco sem saída, o piano estava atrás dela tampando sua saída e a música continua. Satsuki tenta colocar os protetores de ouvido, mas mesmo assim ela ouvia a musica. Satsuki fecha os olhos e coloca as mãos nos ouvidos.

- Pára!!!!

A música acaba, Satsuki olha para frente e vê que o piano havia sumido. Satsuki se levanta e quando ia saindo do beco ela olha para trás e vê algumas letras vermelhas surgindo na parede.

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- AH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Satsuki depois vai até a casa de Kimihiro chorando. Kimihiro ao ouvir ela bater ela abre a porta.

Kimihiro:- Satsuki, o que houve, por que está chorando? Não me diga que...

Satsuki faz um sinal de sim com a cabeça. Depois a cena se volta para a casa da senhora aonde tudo havia começado (Nota: Ainda é o mesmo dia em que Satsuki ouvira a musica pela terceira vez, antão ainda é de noite). Satsuki estava junto com Riko e Kimihiro.

Satsuki:- Vocês tem certeza que podemos entrar no porão dessa senhora?

Riko:- Ela se mudou ontem, se lembra que ela estava fazendo isso naquele dia.

Satsuki:- Mas e se o piano não estiver mais lá embaixo.

Kimihiro:- Vamos descobrir isto agora, se ele estiver ainda lá, nós vamos destruí-lo.

Satsuki:- E aonde está a Sadako, hein?

Riko:- Ela estava muito ocupada, mas ela disse que viria logo.

Satsuki e os outros abrem o porão com alguns chutes e entram nele. Lá estava, apenas o piano e algumas caixas. A música começa novamente, só que mais lentamente. Satsuki se ajoelha no chão com as mãos nos ouvidos.

- Faça-o parar!!!!!

Riko e Kimihiro vão com tudo para cima dele com um taco de beisebol na mão de cada um, mas algo os jogava para trás, algum tipo de porteção estava em volta do piano.

Riko:- Isso não vai nos parar!

Eles tentavam vezes e mais vezes mas não conseguiam passar a tal 'barreira', sendo jogados para tras á cada vez.

Satsuki:- Ah!!!!

Satsuki não aguentava mais ouvir a musica. Sadako então aparece na entrada do porão.

Sadako: - Pessoal!

Ela desce as escadas com algo nas mãos, então, o quadro do velho homem que estava pendurado na parede começa a brilhar e um homem com um longo roupão, todo branco vem voando na direção de Sadako; neste momento a musica para. Satsuki puxa Sadako para o chão para ela desviar da investida do fantasma. Tres cadeiras voam na direção de Sadako e Satsuki e Riko e Kimihiro com seus tacos quebram as cadeiras.

Kimihiro:- Rápido Sadako, acabe logo com isto!

Fantasma:- Só mais um segmento.

O fantasma se senta no banco e continua a tocar a música.

Satsuki:- Pára!!!!!!

Satsuki chora, e então Sadako pega então um metrônomo. Ela ativa o ponteiro e então o fantasma é paralizado e começa a flutuar.

Fantasma:- Pare! Pare!

Sadako:- Volte a dormir fantasma! Volte a dormir fantasma! Volte á dormir!!!!!

O fantasma é sugado para dentro do metronomo no momento que a ultima tecla ia ser tocada.

Riko:- Ué, acabou?

Satsuki:- Acho que...sim...

Satsuki desmaia. Depois a cena vai para eles voltando para casa, Riko carregava Satsuki nas costas.

Riko:- Nossa, como ela foi desmaiar justo naquele momento?

Sadako:- Ela deve ter ficado todo esse tempo sem dormir com medo, devia estar exausta.

Kimihiro:- Mas Sadako, como você sabia como trancar aquele fantasma?

Sadako:- Eu fiz alguma coisa?

Kimihiro:- Claro, você que trouxe o metronomo e disse aquelas coisas.

Sadako:- Eu estava ocupada em casa e então vim correndo para cá para ajudar. Antes de sair eu peguei meu metronomo não sei por quê, mas depois que cheguei no lugar e desci as escadas, parece que eu entrei em transe, não me lmbro de nada, só de depois estar com o metronomo na mão e vocês atrás de mim.

Riko:- Então o que será que aconteceu?

Kimihiro:- Deixa isso pra lá. Sadako é sensitiva pra caramba, algo deve ter ocorrido no momento, mas o que importa é que Satsuki está bem não é?

Todos:- É...

No outro dia, 2  homens estavam no porão carregando tudo para um caminhão.

Homem:- Sua mãe tem um bocado de coisas aqui não é?

Outro homem: Verdade. Só queria saber quem quebrou a porta do porão? Não levaram nada, até o quadro de Bethoven que minha mãe gosta tanto está aqui, na parede do lado do piano. Pena que meu pai não está mais aqui, Tóquio seria o lugar perfeito para ele morar conosco.

Homem:- Me contaram que seu pai morreu neste porão.

Outro Homem:- É, eu e minha mãe tinhamos saído para as montanhas um final de semana e ele ficou aqui em casa se recuperando de umaacidente no braço. Os vizinhos disseram que ele gritava por estar ouvindo uma musica, e não saía de casa. Cahamaram a policia que entrou na casa e viram ele jogado no chão desse porão, estava com os pulsos e os tímpanos sangrando. Não sabemos o porque de ele ter se matado, mas fazer o que né, isso já faz um ano, resolvemos nos mudar pois minha mãe dizia que a alma de meu pai ainda potegia esse lugar, daqui a pouco era capaz de ela enlouquecer também né.

Homem:- É...Oops

O homem que carregava uma cadeira havia pisado e quebrado um metronomo no chão.

Homem:- Desculpa cara, quebrei essa coisa.

Outro Homem:- Deixa pra lá, vamos colocar isso no caminhão.

Depois que eles saem do porão, o piano se move em círculos e pára.

- Muhuahahuahauhauhauahahuahuahauhauahauhauhauahuahua!!!!!!!!!!!!!!!!

-Fim-


Dessa vez pelo menos não postei no ultimo dia da entrega /o/ xDDDDDD

Edit:- Fico gigantinha x_X, mas vão ter que ler xD

GM Bigorna - March 6, 2007 07:38 PM (GMT)
galera amanhan a meia noite jah nao vou aceitar mais nenhuma fic... que for postar tem apenas mais 1 dia...

ha! hoje eh o dia do mal... quando eu acordar eu vou dizer quem ganhou essa budega... mas de uma coisa eu tenho certeza... nao importa quem ganhe... no final o kaitou continua sem gif xD

GM Bigorna - March 9, 2007 02:38 AM (GMT)
Nice nice galera... dessa vez todas as fics ficaram boas! =]

Muito dificil decidir que ganhou... o tiu teve que pedir ajuda pra avo que eh professora de portugues pra ecolher o vencedor...

e o vencedor eh... eh...

tcham tcham tcham tcham!!!

O Leonhearth biba =] o final da historia dele foi o que fez a diferença... a hisotira dele nao foi a mais assustadora... a unica que realmente me deu um friozinho na espinha foi a do negi O___O... ma como eu nao avaliei apenas o fator "frio na espinha" eu escoli a do leonheart... a fic do negi deixou a desejar um poukinho no final... a da Donuts fico boa tbm mas eu jah tinha escutado algo parecido no sitio de um amigo xD... a do kaitou fico muito grande, eu me perdi 2 vezes lendo ela xD (im eu sou bem burrinhu), a do Rud fico parecendo filme de terror no estilo Panico ou Haloween, em que aparece um cara que vai simplemente dilacerando todo mundo xD... a do Dante ficou interessante... mas nao ficou um pouco a desejar... e o quadro fantasma do Yokko tbm eh uma boa historia, mas um pouco em graca... falto um poko mais de sangue nela xD... a sim... a hist do lloyd quase me mato de rir xD

Leonheart... seu premio... aqui... pode adicionar na ficha...

QUOTE
Chaveiro de fantasma
Atributos: Sorte +4
Requer: ----
Equipa em: Acessorio
Preço: 200.000

Leonheart - March 9, 2007 04:31 AM (GMT)
'O_O OMFG!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! TENQUIU EVEBARI!!!!!!!! UHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

GM Kaitou - March 9, 2007 08:28 PM (GMT)
Bigorna burrinhu xDDDDD

Parabéns leon, apesar de eu querer esse item o_o

GM Bigorna - March 9, 2007 11:48 PM (GMT)
pow eu num so burro... soh num presto muita atencao nas coisas xD




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