View Full Version: Dream Hunter

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Title: Dream Hunter


Magnus - March 22, 2008 07:56 PM (GMT)
Acordava de manhã, ofuscado pelas mesmas imagens perturbantes que atormentavam o meu sono. Nos últimos seis anos, tenho tido o mesmo pesadelo de sempre. Irei mencioná-lo num momento oportuno, num outro dia que não seja hoje. Tinha coisas mais interessantes para fazer hoje e o bom disso tudo é que elas não envolvem nenhuma cabeça decapitada ou eu sendo surrado até a beira da morte pelo Kale, coisas que costumam aparecer com frequência nos meus sonhos.

Apressei-me a aprontar e deixar o quarto. Era sempre difícil olhar Kale nos olhos depois de assistir àquele pesadelo. Ele ainda acha que eu não recuperei as minhas lembranças. De fato, não sei nada do meu passado. Mas sei o que aconteceu naquela noite.

Assim, fui obrigado a sair de casa de fininho para que Kale não notasse a minha presença, e não me deparar com ele. Na verdade nem tinha certeza se ele estava acordado quando cheguei ao destino pretendido.

Essa é uma boa hora para contar o que vim fazer: visitar um ferreiro, que o Kale considera como sendo seu concorrente direto de negócios, e tentar extrair tudo o que tem de melhor dele. De inicio, não quis cooperar com Kale. Era um jeito sujo de tentar se sair melhor do que outro. Ainda mais usando o seu próprio filho. Às vezes me pergunto se ele me vê como um. Todavia, fui convencido de que não tinha outra opção. Ele veio com um tipo de ameaça. “ Não irei te ensinar nada se não fizer o que mandei. E pode ir arrumando a mala se for dizer não.” – Dizia Kale, na noite do dia anterior.

Além de descobrir sobre o meu passado e obter aquela resposta (referente a historia), alimentei um tipo de sonho. E isso envolve a ajuda do Kale: tornar-me um ferreiro conhecido pelo todo mar. O melhor que já existiu ou que existirá. Sei que é muita pretensão da minha parte, mas acho que esse é o significado da vida. Lutar por um sonho que apenas você enxerga.

“ Não estou convicto de que isso é a coisa certa a se fazer, mas, por outro lado, quero aprender...” – Murmurei em frente a porta da loja do tal ferreiro. Eu apenas havia ouvido falar desse homem e o quão era bom em forjaria, mas nunca tinha conhecido pessoalmente. “ Com licença. Posso entrar? ” – Acrescentei, só que dessa vez em alto tom para que alguém de lá dentro pudesse ouvir, enquanto batia na porta.

GM Shyura - March 23, 2008 06:17 PM (GMT)
~Magnus havia ido visitar aquele ferreiro, mas sua tentativa de chamar o dono da casa estava snedo frustrada, ninguém ali atendia seu chamado.~

~Com a porta do estabelecimento aberta, ele pedindo licensa, vai entrando e encontrando a fornalha acesa, e os instrumentros de forja ali jogados.~

~O que exatamente ele teria como objetivo ali, talvez nem ele mesmo sabia. O lugar estava calmo, o único barulho era o das chamas crepitando.~

Magnus - March 23, 2008 07:12 PM (GMT)
Quando dei conta de que não havia ninguém, apenas fiquei observando o lugar. Ao fazer isso, fiquei imaginando que tipo de homem seria esse ferreiro. Ouvi dizer que é possivel definir alguem vendo como ele vive. Eu até tinha especulado algumas idéias sobre esse homem, antes de vir pra cá: levando em conta a proposta do Kale, esse ferreiro deveria ser alguém que gostasse de companhia. Supostamente, viúvo. E velho. Acho que foi justamente por isso mesmo que Kale deixou a mim essa tarefa. Porque sou jovem e com uma enorme motivação em aprender.

GM Shyura - March 26, 2008 06:29 PM (GMT)
~Magnus esperava pela chegada do Homem, imaginando como seria tal pessoa.~

~Sem querer, ele esbarra numa barra de ferro e a derruba no chão fazendo um alto barulho agudo.~

~Como se aquilo fosse um chamado, Magnus podia ouvir muitos passos se aproximando do local vindos da rua.~

Magnus - April 3, 2008 01:25 PM (GMT)
Off: Vixi... Parece que vcs tam passando por um momento dificil... Boa sorte aí e ñ precisa se preocupar em narrar pra mim até que tenham resolvido o problema.

On:

Fiquei sem saber o que fazer naquele momento, só conseguia fixar o meu olhar para a porta. Quem quer que esteja vindo ao meu encontro, deve estar imaginando que algum vândalo tenha invadido este estabelecimento. E eu não queria que pensasse ou me visse desse jeito. Então me preparei para recepcioná-lo com um sorriso amistoso quando ele entrasse.




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