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| FUGA DE SYRUP Mote: "Vamos lá trip!" Se jogando no chão do porão, o louco espera viver. Para que morrer? Os marinheiros, que patrulhavam, lentamente vazavam, iam embora aos poucos, mas um ficara na casa dos loucos. E a porta, do nada, se escancara! Por ele, o marinheiro voara, passando pelos loucos por um triz e, posteriormente, quebrando o nariz. Na porta havia uma dama. Contra o Sol, brilhava feito uma chama. Os loucos se apresentaram e louca eles a tornaram. Um dos loucos canta, mas nem males ele espanta. Três marinheiros apareceram e os loucos correram. Os marinheiros tinham ido pedir reforços, mas os loucos não tinham remorços. Fugiram até o porto. O mesmo fedia a peixe morto. Lá, tiveram que se refugiar, pois marinheiros estavam a patrulhar. Num beco bolaram um plano, o que não demorou um ano. Dois deles correriam, os marinheiros os seguiriam. Alguns loucos pensavam, outros apenas cochilavam. O louco ferreiro e o louco cozinheiro correram para o além, mais rápido que um trem. Os marinheiros os seguiam, enquanto eles corriam. Os demais loucos espreitavam, e, no tempo certo, se esgueiravam. Mesmo tendo sorte no começo, tudo teve um preço. Foram achados e mais marinheiros, chamados. Os dois, num penhasco, lutavam que era um fiasco. Os demais, sem sorte, desafiavam a morte. Numa competição sem igual, os dois empataram! Felomenal! Disputavam para ver quem mais marinheiros podia vencer. Só se assustaram quando veio um capitão, grotesco, cheio de espadas por toda parte! Akuma no Mi é uma arte! O resto dominara a situação! Roubaram um barco bonitão! Na direção dos dois iam indo, e ondas e ondas iam partindo! Já estavam perto e prontos. Mandaram a bote um dos tontos, ir buscas os outros dois, pois atirariam canhões logo depois. Era o fim para os loucos. Mas a morte chegava para poucos. Salvos por balas de canhão, estes atirados pelo capitão. O capitão se explodiu, e o penhasco quase se demoliu. Por sorte dos rivais, um bote estava logo atrás. Cairam no mar, e o capitão continuava a atirar. O bote ia navegando, e mar adentro ia adentrando. Já no bote festejaram, e um gatinho acharam. Estavam eles são e salvos, mas, da Marinha, eram alvos. |
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| Seguindo Viagem Mote: "Da trip mais louca de todos os mares" Os loucos dançavam, e festejavam, e o leme girava, e o gato se apavarova. E, no meio de tanta maluquisse O God of Metal disse: "Eu amo vocês". OK, estavam perdidos de uma vez... O barco ia a esmo pelo mar, com o céu logo acima a trovejar. A louca e seu gatinho de refugiam. O resto dos loucos apenas corriam. Ninguém dirigia o embarcação, já até esqueceram para onde era contra-mão. Tiveram, então, a idéia brilhante de nomear o pequeno felino chorante. Marius Imperador Nostradamus Gaulia Ulisses Terceiro, do gato, este era o nome inteiro. Vamos simplificar o nome do animal, chamemos-o apenas de Mingau. A neblina se disperçou. Nesse momento, o pânico começou. Estava indo contra uma montanha, e não conseguiam subir na parede, como uma aranha. Iriam, simplesmente, se esborrachar. Ou talvez, por aquela fenda entrar. A fenda era do tamanho no navio! Eta azar! Vai pra ponte que partiu! Neste momento, uma preocupação abalou a tripulação. Simplesmente lembraram de que ainda não jantaram. God of Metal, no além, começa a tocar Rock 'n' Roll muito bem. No ritmo da batida, os loucos preparavam a investida. Alea jacta est, começara o teste. Os dados foram lançados, e, bons resutlados, alcançados. Conseguiram na montanha entrar, agora era só esperar. Porque tudo o que sobre tem que descer. Nesse momento, pensaram: "vamos morrer". Não morreram, azar os teus. Para eles, era "graças a Deus". No horizonte, viram um farol distante. Deste mesmo local, vinha um tio muito radical. Tinha bananas em seu chapéu arrumadas, uma tentação àquelas barrigas não jantadas. Mas o tio era vendedor. Vendia suprimentos, pois era mercador. À tripulação, muita coisa oferecera mas pedira quase toda a sua grana inteira. Não tinham muita opçõe, em seus bolsos não havia quase nenhum tostão. Compraram mesmo assim, e partiram, por fim. No meio do caminho, o capitão resolve treinar uma nova solução para não deixar viagens tão chatas usariam formas mais baratas. Assim, se preparou e os braços levantou. Então, gritou alto e forte: "Teletransporte!" Acreditava ser um de outro planeta! Que idéia mais perneta! Pensava poder se teletransporta. Ainda bem que não se paga para sonhar. Apenas um raio cortara o ar, coincidência ou não, basta optar. O céu começa a ficar escuro. Seria até capazes de trombarem em um muro. Um dos loucos, um tritão, dormia de montão. Quando caiu no mar, ninguém percebeu. Todos olhavam para o tornado que desceu. Sorte deles que mudaram de rota, senão, a tripulação estaria morta. Mas não estavam, estavam bem, mas suas barrigas estavam quase no além. Foram na cozinha jantar. Ovos e arroz, era tudo o que tinham para cozinhar. Não importando, comeram. Estavam com muita fome pois quase morreram. Começara a cair neve, o barco flutuava leve. Num porto atracaram, mas alguns diriam que eles trombaram... Decidiram se separar. Metade sairia, e a outra iria esperar. Na primeira ilha que encontraram finalmente, mal esperavam ver aquela bagatela de gente. |
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| Acreditava ser um de outro planeta! Que idéia mais perneta! Pensava poder se teletransporta. Ainda bem que não se paga para sonhar. |
| QUOTE (GM Kuro @ Jan 20 2008, 08:27 PM) |
| tá estranho... mas as idéias foram legais xD |
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| Acreditava ser um de outro planeta! Que idéia mais perneta! Pensava poder se teletransporta. Ainda bem que não se paga para sonhar. |
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| Marius Imperador Nostradamus Gaulia Ulisses Terceiro, do gato, este era o nome inteiro. Vamos simplificar o nome do animal, chamemos-o apenas de Mingau. |